“Eu conheço essas mulheres, estou sempre no meio delas, e enxergo suas questões e necessidades, muito diferentes das minhas e de outras mulheres como eu, que tiveram outras oportunidades. Somos uma minoria”, diz ela, lembrando que sua jornada de liderança no agro, ainda que com privilégios, exigiu e segue exigindo muita coragem e resiliência. Para aprender a se virar, ela teve que pedir ajuda, e não teve medo de fazê-lo — aspecto comum entre mulheres que passaram a se destacar na liderança do agro.
