A greve dos servidores da Educação de Goiânia já dura 15 dias. Sem acordo, a categoria segue com a paralisação das atividades presenciais nas unidades de ensino da rede municipal, além da constante realização de manifestações para que as reivindicações pelo pagamento da data-base, o reajuste salarial em 33,24% e outros benefícios, sejam atendidas.
De acordo com a Secretaria Municipal de Educação (SME), houve, na última segunda-feira (28), uma reunião com representantes do Sindicato dos Trabalhadores da Educação em Goiás (Sintego) para a discussão de novas propostas para a categoria. Os novos cálculos estão sendo feitos, segundo a pasta, pela Secretaria Municipal de Finanças (Sefin) e uma nova reunião deverá ser agendada ainda nesta semana.
Com relação ao piso do magistério, a SME esclarece que a gestão municipal cumprirá integralmente o piso atualizado em 2022 pelo Governo Federal, com o reajuste de 33,2%. Para os professores que recebem acima do piso, entretanto, a proposta atual de aumento é de 7,5%, percentual já rejeitado anteriormente pela categoria. Telegram Facebook Twitter
Durante paralisação, profissionais da Educação de Goiânia realizam, diariamente, manifestações por atendimento às reivindicações.
Em nota, a Secretaria de Educação pontua que compreende as demandas dos servidores e salienta que os novos cálculos estão levando em consideração a capacidade orçamentária e o limite prudencial da folha de pagamento do município, para chegar a um denominador comum. Além disso, a pasta destaca a defesa da ampliação do diálogo para chegar a um acordo.
